A IMPORTÂNCIA DO EMPREENDEDORISMO NO CRESCIMENTO ECONÔMICO DO BRASIL
Introdução
O espírito empreendedor atualmente
deixou de ser apenas uma prerrogativa do empresário e do empregador passando a
ter um significado mais abrangente e importante, que é deixar de estar passivo
aos acontecimentos e ter sugestões, opinar, discutir e repensar uma nova
sociedade. Este assunto é relevante na medida em que pensa na criança como
futuro da nação. É imprescindível que ela aprenda a assimilar uma visão
empreendedora, que possa descobrir suas potencialidades pessoais, realize seus
sonhos, busque pela realização dos seus ideais e das coisas em que acredita. É essencial estimular essa capacidade
de criação e observação, apostando no seu potencial, pensando a educação como
uma ponte para um futuro de realizações. A visão moderna do ensino de
empreendedorismo nas séries iniciais do ensino fundamental, sua contribuição e
suas dificuldades. Podemos verificar que com essas atitudes ser possível
estabelecer um programa de metas para a aprendizagem infantil, com o objetivo
de incentivar nas crianças o espírito empreendedor, a autonomia e que as
auxiliem nas tomadas de decisões, individual e coletivamente.
Capitulo I
A matriz teórica do pensamento liberal
A proposta sobre o empreendedorismo
indica que a matriz teórica dessa ideia é o pensamento liberal clássico. Os
economistas clássicos como, por exemplo, em Adam Smith encontramos a
valorização do homem frugal e industrioso; em John Locke localizamos a aposta
no interesse individual como a origem do bem comum.
Aprimorando tais
elaborações, outros autores vão colaborar com a ideia do empreendedorismo.
Walras propõe a compreensão do sistema econômico a partir das ações
individuais. Schumpeter desenvolve a ideia de que as inovações que dão
movimento ao capitalismo (processo de destruição criativa) resultam das
iniciativas dos agentes econômicos (CARNEIRO, 1997).
Mais recentemente,
atualizando as correntes clássica e neoclássicas, autores como Hayeck e
Friedmann vão reafirmar o individualismo como a mola propulsora do
desenvolvimento e ratificar o pressuposto de que os interesses do capital e do
trabalho se identificam e seus antagonismos inexistem.
A apropriação desses
princípios liberais é condição para a elaboração dos autores que vão se dedicar
com grande entusiasmo ao tema do empreendedorismo. Para Drucker, os negócios
constroem o futuro, dando a ideia de que a forma social capitalista é natural
e, portanto, eterna. O empreendedor, para Filion, é aquele capaz de concretizar
seus sonhos, como se a realidade fosse uma projeção da mente (SEBRAE, 2005).
Herdeiros da tradição idealista, tais autores se tornaram as principais
referências para a articulação entre o empreendedorismo e a educação, sendo que
através do profissional educacional o empreendedor vai encontrar a solução para
seu sucesso.
Capitulo II
O empreendedorismo no
Brasil
No Brasil, o tema empreendedorismo
vem ganhando cada vez mais espaço e adesão, chegando a fundamentar projetos de
diversas escolas ou mesmo políticas governamental, na busca da eficiência nos
negócios dos novos empreendedores, por orientação educacional das Universidades
e do próprio SEBRAE. Na literatura se multiplicam as publicações voltadas para
a disseminação de uma suposta superioridade do empreendedorismo. A partir da
análise de uma dessas obras, serão apresentadas as principais idéias dessa
“nova” forma de articulação entre economia e educação.
O livro “segredo de
Luisa” resumindo mostra que seu objetivo é a importância do plano de negócios,
tanto que, no capitulo 4 quando entra no assunto de marketing e do plano de
marketing da empresa mostra claramente a necessidade do planejamento e
estratégia no seu negócio a Goiabada Maria Amália, mas o livro conta a historia
de uma jovem que ia ser dentista mas, o destino mudou completamente sua vida,
pois a sua madrinha Durante madrinha que tinha um empreendimento mais conhecido
em ponte nova, era a Fábrica Goiabada Cascão, na cidade. Mas com o passar dos
anos Luisa percebe que não tem mais vocação para ser dentista e quando vai para
Ponte Nova que é a cidade da Goiabada cascão da madrinha Fernanda de Luíza que
para ela é a melhor goiabada do mundo, em cima dessa ideia ela planeja montar
uma empresa igual a da sua tia, no começo Luísa ficou um pouco receosa, pois ia
abrir um negocio igual a da sua madrinha, a ideia era o nome de Goiabadas Maria
Amália, Luisa como não tinha conhecimento na área de planejamento,organização
buscou ajuda com o professor de empreendedorismo Pedro, e daí ela começa a
assimilar realmente quais as dificuldade e estratégias para ser um bom
empreendedor .
Só que surgiram problemas, pois
Luisa esperava algo mais rápido e menos burocrático
na montagem de sua empresa, só que ela percebeu que não era bem assim, e Pedro seu professor, começou a lhe dar
informações sobre: plano de marketing, estratégia
de marketing, certificação de qualidade, projeto de questionários,
planos financeiros e entre outros, de uma estudante de odontologia para uma empreendedora, Luísa viu que não era tão
simples como ela imaginava, Pedro então começou
a desenvolver idéias: entre elas a perguntar sobre o conhecimento
dela sobre o mercado, quem era o seu cliente alvo, quais os projetos da empresa Goiabadas Maria Amália, que
tipo de cliente irá satisfazer para comprar o
tal produto, e com o passar do tempo Luisa foi buscando e aprimorando seu conhecimento, vendo e revendo as
rotinas de planejamento de seu negócio, quando
li o livro no começo pensei que fosse um livro de empresário informando e fornecendo dicas para sua empresa,
depois pensei que era uma introdução de montar
um negócio, mas depois vi, que com palavras claras e objetiva
feito o mercado atual é, o livro relata a importância e magnitude do plano de negocio em uma organização. Com uma
linguagem “popular” Dolabela deixa claro que o
planejar, organizar é uma das ferramentas para criação e solidez no mercado.
Capitulo III
Em busca do sonho empreendedor
O Segredo de todo empreendedor
para o sucesso, é abordagem uma série de orientações e ensinamentos sobre o empreendedorismo no Brasil, confirmando previsões
como “a difusão da cultura empreendedora no
mundo será a grande revolução silenciosa do século XXI”. A Constituição de uma empresa requer pesquisa, onde e preciso a busca
permanente, por conhecimento do seu negócio, dinamismo, confiança,
orientação acadêmica e planejamento estratégico.
A partir daí o jovem empreendedor percebe a noção exata de um
produto poderoso, famoso, mas inexistente no comércio,
o produto dentro da sua analise surge como uma excelente oportunidade de negócios, que passaram a fazer parte de seus
sonhos. Sonho esse de transformar o mundo,
através de muita vontade de aprender com seu próprio negocio, consiste em
critério de sucesso não se deixando
influenciar por ninguém, depois de anos de planejamento.
Após muitas perguntas, algumas até em um tom desafiador, o professor
percebeu que Luísa não tinha o menor
conhecimento do mercado, e afirmou que ela ainda não estava em condições de abrir empresa alguma, precisava de muita
pesquisa e muito estudo, e aconselhou que a
mesma fizesse um plano de negócios, considerando que hoje o mais importante não é ter o melhor produto, isso não
basta, precisa conhecer o mercado a tecnologia
que envolve a fabricação de qualquer produto, para se alcançar a tão procurada qualidade. Esse e o momento muito
importante para o empreendedor obter o verdadeiro sucesso através de muito
estudo e fundamentalmente planejamento estratégico, trabalhado e pesquisado o
produto através de uma amostragem dos futuros consumidores.
O professor como profissional
acadêmico e de extrema importância para êxito no primeiro ano das empresas, até
então em processo de incubação, conseguir o que ele chama de necessário ao bom empreendedor, é preciso conhecimento profundo do
negócio, dos clientes, dos fornecedores, da
concorrência, das tendências e sinalizações sobre o futuro do produto, além da gerência e da administração
financeira.
O professor passa a ser um
companheiro na aprendizagem e aprende muito com isso, nesse processo, o docente
surge como um organizador e não mais como aquela figura que ensina. Dolabela
ressalta que o aprendizado na educação empreendedora se dá por meio dos processos
de descoberta, sem respostas certas. O que significa que cada aula pode trazer
valiosas contribuições não apenas para os estudantes, mas também para os
professores. Ambos devem estar sempre prontos e abertos para adquirir
conhecimento e trocar experiências. Assim, o aluno é envolvido em todo o
processo de aprendizagem, passando a ser também responsável pelos resultados.
No segredo de Luísa o professor
Pedro colocou temas como a energia do empreendedor, ele é um trabalhador incansável, precisa trabalhar á noite,
em finais de semana, portanto precisa gostar
muito do que faz, é muito difícil alguém obter sucesso quando não se dedica totalmente ao seu negócio, e na verdade o
empreendedor aprende fazendo e com os erros que comete isso é importante,
porque a criatividade só aflora em um ambiente
de total liberdade, onde se pode errar, portanto a empresa é o laboratório para
as experiências que resultarão em sucesso.
Capitulo IV
A importância da disciplina e do
professor de empreendedorismo
Seguindo
as orientações do professor Pedro, Luísa comprou um software, ferramenta de grande ajuda para a realização de
seus planos, e assim tornou-se rotineiro em
sua vida, a primeira coisa que fazia de manhã era recorrer ao seu computador para a atualização de dados, logicamente
que em seis meses os planos sobre a goiabada
Maria Amália se alteraram várias vezes, mas Luísa percebeu que as alterações eram evolutivas, mas já não estava
mais desanimada, as mudanças se faziam
necessárias, e percebeu que começava a aprender com os próprios erros, como lhe expôs o professor Pedro. Para o professor, os jovens aprendem a enfrentar
dificuldades e a ultrapassar os grandes desafios globais quando podem ter
acesso a uma formação empreendedora. “Eles vão aprender a gerenciar projetos
importantes muito além do mercado de mercado de trabalho, mas a educação
empreendedora não está restrita ao ensino superior. Em todos os níveis de
ensino, é preciso incentivar os alunos a terem um comportamento independente.
“Estimulamos os jovens a desenvolverem responsabilidade e autonomia. O mundo em
que vivemos exige isso. Mas o fazemos de forma lúdica, utilizando ferramentas
tecnológicas. Falamos de um jovem que é preparado para se tornar protagonista
da sua vida, uma pessoa proativa, capaz de ser um transformador social.
O foco
deixa de ser apenas a capacidade de empreender, mas a possibilidade de criar
alunos mais autônomos, responsáveis, inovadores e articulados. Na prática, buscam-se
um currículo que contemple conteúdos interdisciplinares e a exploração de novos
espaços de aprendizagem, como projetos que envolvam a comunidade. A sala de
aula deixa de ser o cenário principal do ensino e o aluno vai a campo,
pesquisar e experimentar ferramentas que o aproxime mais do contexto em que
vive.
O aprendizado dos alunos tanto na
sala de aula como a campo através de visitas coordenadas pelo professor, para
mostrar os dados atuais e principalmente para
contar sua situação familiar, mas percebe a alegria ao ver que ele esta assistindo a evolução, principalmente em
exercícios com participação de todos.
O professor responde
que ao final do curso seus alunos apresentam os planos de negócios das empresas
que criam. Que são necessários para que todos saibam que empresas estão
surgindo e quais precisam da ajuda dos sistemas de suporte. E o que são sistemas de suporte?
São instituições ou organizações voltadas para
apoio a empresas emergentes, atualmente a pequena empresa representa um papel
muito importante na economia em todo o mundo, contribuindo na gestão de
empregos e no PIB dos países.
Capitulo V
Conclusão
Para definir a função
de gerenciar, e importante começar através dos conceitos de eficiência e
eficácia, que estão intimamente ligados á organização do trabalho, eficiência é
fazer as coisas de forma certa e eficácia é fazer com que as coisas certas sejam
feitas, isso ocorre quando há distribuição de tarefas entre diversas pessoas.
Muitas pequenas empresas morrem no terceiro ano de vida, um dos problemas que
enfrenta o jovem empreendedor, para evitar essa falência, seria aconselhável
que contratasse uma pessoa de confiança para ajudar a administrar a empresa,
alguém com bagagem nessa área, para trabalhar principalmente o setor de compras
e contas a pagar, função crucial dentro de uma organização. A melhor parte é
contas a receber, é simples, mas necessita de constante controle, também é
função do funcionário administrativo, ele deve organizar os dados para que você
proceda à análise diária, pois essa é uma função do gerente da empresa, nunca
se deve delegar essa tarefa. A parte contábil pode ser terceirizada, pode ser
contratado um contador, ou um escritório de contabilidade para cuidar dessa
parte dentro de sua empresa.
Para finalizar o projeto de
constituição da empresa e ter sucesso, é muito
importante escolher bem os sócios, pois este terá que ter o mesmo objetivo que você e atuar em uma área dentro da empresa que
você não goste muito e vice- versa, na
sociedade atual 50% dos empresários possuem sócios.
Nos dias atuais não
se visa a criação de empresas de sucesso, mas sim a formação de empreendedores
de sucesso. Para os empreendedores de sucesso, o eventual fracasso da empresa é
visto antes como um resultado, com o qual saberão aprender. A atividade de
empreender, representada principalmente pela identificação e aproveitamento
constante das oportunidades, faz parte da rotina do empreendedor.
O empreendedorismo
consegue propor conceitos que permitem a identificação de
condições de sucesso
na criação e gestão de negócios.
A ênfase na
construção de um perfil de empreendedor, perfil que conduz a uma capacidade de
aquisição pró-ativa de know how e não somente na aquisição de um estoque de
conhecimentos.
No empreendedorismo,
são abordados conceitos que regem a realidade nas relações de trabalho: a
emoção (nas empresas, o quociente emocional substitui o quociente intelectual),
a ênfase no ego, a convivência com a ambigüidade e incerteza, a aplicação
contextual dos conhecimentos, o desenvolvimento do processo visionário.
Uma figura importante
para um empreendedor é o “padrinho”, pois na elaboração do Plano de Negócios, o
“padrinho” será um consultor, durante todas as fases de sua elaboração. Será um
crítico e um parceiro para discussões, ele acompanhará a elaboração do Plano de
Negócios e será a primeira pessoa a examiná-lo depois de pronto, de preferência
o “padrinho” deverá ser um empresário que seja admirado pelo empreendedor e
alguém que atue no mesmo ramo com sucesso.
O Plano de Negócios e sua
utilização, é algo ainda incipiente no Brasil, é uma linguagem
utilizada para descrever de forma completa o que é ou o que pretende ser uma empresa. Mais detalhadamente, é uma forma de
pensar sobre o futuro do negócio pois ele o
descreve.
Conforme comentado a cima, o
Plano de Negócios pode auxiliar a diminuir a “taxa de
mortalidade” das empresas, esta demonstrou-se bastante elevada, cerca de 90% no Brasil. Para elaborar o Plano de Negócios,
exigem-se conhecimentos sobre o setor do
negócio e o contexto mercadológico, bem como a percepção gerencial e habilidade em lidar com assuntos técnicos e legais,
em diversas áreas, e em vencer barreiras no
relacionamento interpessoal. É necessário que as idéias estejam claras e que todos os envolvidos estejam de acordo.
A pequena empresa, conta hoje,
com a tecnologia da Internet para lançar-se no mercado
global, devido a preços baixos e alta velocidade de acesso, tanto a tecnologia da informação quanto ao seu uso
competitivo. Mas para obter o resultado esperado
desta poderosa ferramenta, é necessário que seu uso esteja planejado e preparado. A Internet agregará valor à empresa
através da grande quantidade (algo em torno de
10% da população brasileira) de pessoas conectadas a rede e consumidores com acesso a uma enorme quantidade de
novos mercados, agilidade nas compras e a
possibilidade de testar produtos e serviços personalizados
antes de comprar.
A importância da
Internet como um catalisador de negócios é consenso geral entre a
maioria das empresas
no Brasil e do mundo.
Pois através da Internet, surgem
as empresas classe mundial, devido a decorrência do
aparecimento do consumidor global com altíssima exigência em termos de qualidade e adequação do produto/serviço à sua
necessidade.
As empresas devem estar
preparadas para assumirem um padrão internacional, em
tudo. Na qualidade do produto, no gerenciamento da empresa, na visão mercadológica, envolvendo aí distribuição d
produto, assistência pós-venda, políticas de
preço, propaganda e promoção. As empresas classe mundial transformam a alta competitividade da economia globalizada em
oportunidades de negócios, posicionando-se
como elos essenciais em uma cadeia de complementaridade.
No período de validação de uma ideia faz-se importante dar ênfase ao Ciclo de visão,
pois as idéias alteram-se constantemente, compondo o ciclo: visão; novas relações; nova visão. Até chegar a visão central,
onde o produto estará completamente definido,
assim como a empresa.
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